segunda-feira, 28 de julho de 2008

Diferenciando maldade e amadurecimento

Mulher má: "Vem cá, amor! Tenho uma coisinha para você!"


Quando li os comentários da Scarpin e da Mary Jane sobre o post "O nascimento da mulher má e do homem canalha", achei por bem esclarecer um ponto: a diferença entre amadurecer com um relacionamento caótico e o de se tornar uma mulher má com a mesma situação.

Meninas, todas nós passamos por um relacionamento marco, que nos faz crescer, às vezes, através de sofrimento. Mas o que diferencia a mulher que cresceu da mulher má é que uma continua tendo fé na humanidade, enquanto a outra, propositalmente, acha que o mundo, ou melhor, os homens, são todos maus. Elas querem ser cínicas. Elas acreditam, com fé, que os homens merecem ser maltratados. Estas mulheres estão dispostas a torear, a entrar no ciclo da eterna competição da guerra dos sexos.

Agora, a mulher que cresceu, aprendeu. Como disse a Mary Jane, ficou mais inteligente. Não só sobre os homens, mas sobre si mesma. Do que é capaz, do que gosta, do que não gosta. Não acredito que isto seja se tornar mais "fria", Scarpin. Acho que isto é se tornar mais consciente.

Quero continuar tendo fé na humanidade e acreditar, sempre, que se existem mulheres que cresceram, existem homens também que estão preocupados em fazer mulheres felizes e o mundo melhor. Desisti de torear. Agora, quero andar junto.

Peep Toe


2 comentários:

Srta. Scarpin disse...

Eu me tornei fria, no entanto também me tornei mais inteligente e cresci. Sobre mim e sobre os homens.

Consciente ou não, fria ou não, cada mulher sabe o que aprendeu. O importante é não fazer do sofrimento outro sofrimento e sim um aprendizado.

Eu vou seguindo, vivendo meus princípios e conhecimentos individual e conjunto com meu parceiro.

Srta. Scapin disse...

Ah, e não é o fato que me tornei fria que fiquei sem sentimentos. Eles só estão congelados e com certeza o que é gelado pode ser derretido. Mesmo que às vezes.