quarta-feira, 9 de julho de 2008

Rede de Descanso

Quem não gosta de uma rede? Meu pai só dorme numa. De costume bem brasileiro, a rede há anos faz parte da cultura brasileira decorando casas e apartamentos pelo país. Hoje em dia podemos encontrar uma diversidade de cores, tecnologia de novos materiais, tecidos e formas, adequando assim ao gosto do usuário.

Rede para uma, duas, três, quatros pessoas... Não importa, ter, é tão essencial como uma cama. Serra, praia, piscina, sítio, casa, apto... Sempre bem-vinda num final de tarde para leituras ou adormecendo no seu balanço tranquilo e no friozinho da noite. Todo mundo gosta.





História

rede (de descanso ou de dormir) é um utensílio doméstico criado pelos indíginas da América do Sul, que no começo era feita com cipó e lianas. Chamadas também de hamaka, consiste numa espécie de tecido com alças. Durante o Brasil colônia era muito utilizada para dormir, enterrar os mortos no meio rural e como meio de transporte, onde os escravos carregavam os colonos em passeios pela cidade e até em viagens.

Teve grande importância na sociedade brasileira dos primeiros anos do descobrimento e durante toda a época colonial. Com a vinda dos portugueses, as mulheres dos colonos adaptaram a técnica indígena às suas varandas, passando a fazer as redes em algodão (tecido mais compacto), enfeitadas com franjas. Hoje me dia, as redes são fabricadas de diversas formas e materiais, desde as mais tradicionais de fio, tecidas em "batelão" (tear) mecânico ou elétrico, até as feitas a partir de tecido ou de materiais sintéticos como nylon e outros materiais. 

Na região nordeste do Brasil, a rede ainda é muito utilizada para dormir em substituição à cama, sendo também tradicionalmente utilizada para descansos em casa de praia ou serra.











Link

Srta. Scarpin

3 comentários:

Anônimo disse...

Eu adoooro uma rede.
Quando esta muito calor durmo na minha rede roxa de um tecido muito fresco que tenho no meu quarto.
Vou indicar pois é tudo de bom: www.kalma.com.br

Bjos Afiados,

Carlinha
RJ

Srta. Scarpin disse...

Brigada pela dica Carlinha! =) Anotada.

Bjos,

Srta. Scarpin

Anônimo disse...

Ola, estou procurando uma maneira de importar redes do Nordeste brasileiro aqui pra Belgica, onde moro, dai achei o seu artigo falando sobre redes, muito legal.
Pensei talvez que voce pudesse me ajudar a entrar em contato com fabricantes direto no nordeste. pois tudo que encotro na internete sao empresas que ja distribuem em Sao Paulo, queria encontrar uma pequena sociedade de comercio equitavel la no nordeste, por exemplo, e negociar diretemente com eles. se voce ou alguem que ler esse comentario puder me ajudar ficaria agradecida, para contato : biorganic@live.be ou raetvi@hotmail.com
Obrigada
Virginia