Bem, enquanto o Quidam roda pelo Brasil e nada da gente viajar para Vegas, separei alguns vídeos. O primeiro é um mini documentário sobre o cirque Elvis e o segundo um release virtual dos Beatles (love).
LOVE - Beatles
Salto Afiado

Tsc tsc tsc. A galera nem sabe mais diferenciar arte de crime...
Fonte

"Civilization depicts a journey from hell to heaven interpreted through modern film language using computer-enhanced found footage. This epic video mural contains over 300 individual channels of looped video blended into a multi-layered seamless tableau of interconnecting images that illustrate a contemporary, satirical take on the concepts of Heaven and Hell." (do site)
O magnífico pintor Julian Beever faz novamente pelo mundo desenhos de parar o trânsito de pedestres.






















'Anthropodino', uma instalação interativa do artista brasileiro Ernesto Neto, está exposta a partir dessa quinta-feira, no espaço artístico Park Avenue Armory, em Nova York.
Feito de tule de lycra e armações de madeira, o trabalho convida as pessoas a participar, entrando por túneis de tecido, onde estão penduradas bolsas cheias de temperos aromáticos, como canela, cravo e cominho.
Além de exercitar o tato e olfato, os visitantes também podem voltar à infância, entrando em uma piscina de bolas de plástico.
Segundo o artista a inspiração para o trabalho foram os artrópodes, grupo de animais que inclui aranhas, insetos e crustáceos. Ele diz que o trabalho proporciona ao visitante a oportunidade de interagir em um ambiente multi-sensorial.
Essa é pra Sapatilha sufete...
"O mar é minha segunda casa e eu adoro o que faço", disse Little. "Não existe para mim aquela sensação de encarar o trabalho como uma obrigação."
"Sempre existe um risco para mim, por conta da força e tamanho das ondas. Mas minha experiência como surfista me deixa à vontade para encarar as ondas sem medo", afirmou.




















Há dez anos, a artista plástica Ariadne Decker retrata em seus quadros a história e a arte de fazer calçados. Para isso, buscou em sua própria cidade, Novo Hamburgo- RS, rodeada por fábricas de calçados, inspiração para fazer suas obras, que conquistaram o Brasil e já mostraram em outros países essa união do calçado com a arte.
A partir disso, a marca de calçados femininos Território Nacional de Novo Hamburgo teve a idéia de aliar o seu design, sempre criativo e arrojado, com os traços e cores das obras de Ariadne. A produção é limitada, com calçados personalizados, assinados um a um pela artista. Esta será a primeira de uma série de estampas em parceria com Ariadne. São 15 modelos de sapatos, entre escarpin, chanel e mule, e dois modelos de bolsas. A estampa dos sapatos é uma reprodução de um quadro da coleção Fábrica das Flores, que tem como tema flores que aparecem embrulhadas em jornal. Inicialmente a produção vai girar em torno de cem pares/dia e a distribuição será seletiva. com um ponto-de-venda por cidade. A artista que esteve pintando alguns modelos durante a Francal no estande da marca. O material escolhido para produzir os sapatos lembra a textura de uma tela. As caixas, exclusivas da linha, seguem a mesma estampa dos calçados.
"A moda e a arte se casaram, foram felizes para sempre e tiveram uma filha, Artsy. Moulage descolado, viés, drapeado, Artsy é fanática por tudo o que vem da alta costura. Mesmo que não esteja usando um autêntico Dior, gosta do que é exclusivo. Pode ser a assimetria de uma camiseta ou o longo de plástico feito por Guilherme Tavares, craque em transformar até caixa de chiclete Adams em couture. No atelier do artista plástico Raul Mourão, um antigo sobrado na Lapa, a loura modelo Ingrid (L’agence) personificou Artsy de peruca preta, que foi cortada e customizada por outro artista (da beleza), Lavoisier.
O movimento Artsy se inspira nos próprios artistas da moda. Claude Montana, com seus vestidos construídos e estruturados, Azzedine Alaïa moldando o corpo feminino em formas colantes, e Yves Saint Laurent, que morreu no último domingo, famoso por inspirar sua coleção nas pinturas de Modrian. Na contramão do básico, o estilo Artsy recicla os clássicos com imaginação. Pode ser uma cascata de camadas de tecidos, uma ligeira sobreposição nas mangas, a arquitetura de uma gola na jaqueta ou no blazer. Alguma coisa nessa vida tem que ser artsy.Guilherme Tavares, que vai desfilar dias 27 e 28 de junho na Angola Fashion Week, costurou o longo de plástico a máquina. Reparem só na saia da estilista mineira Sonia Maria Pinto, dona da Printemps, famosa nos anos 80, que junto com a filha Branca, voltou a criar peças bem moldadas. As formas da roupa brincaram com os grafismos do atelier de Raul, que costuma usar grades em suas obras para lembrar o medo da violência urbana." (trecho tirado do blog Heloisa Marra)

Artsy então é um movimento que leva arte para o design e a moda. A Imaginarium vendo isso apresenta ao brasil a contemporaneidade do artista multimidia alemao Jim Avignon. É mais uma tendência que a loja antecipa, valorizando a exclusividade que o traço artístico imprime a cada objeto excêntrico. A coleção DNA de Pai por Jim Avignon tem este conceito de exclusividade através do seu traço único, que ninguém copia. Passem no site para ver os produtos e vejam as obras do artista alemão logo abaixo.
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"Existem pessoas que tornam a tolerância tão difícil, que esta deveria ser considerada praticamente um superpoder." (Fernanda Young)